Superproteger é subestimar a capacidade dos filhos e deixá-los fragilizados

Muitos pais não percebem que o zelo em excesso também pode prejudicar – e muito – os filhos. A superproteção não permite que as crianças experimentem por si só novas e diferentes situações, inclusive problemas, que surgem naturalmente na vida. Com isso, as crianças podem crescer inseguras, sem iniciativa, agressivas, tímidas, egocêntricas e com dificuldades de tomar decisões.

Superproteger também é uma maneira de subestimar a capacidade dos filhos e os deixar fragilizados. Isso pode afetar a autoestima, já que, no fim, não se sentem capazes de fazer nada. Além disso, aquela criança “bibelô”, que para tudo recorre aos pais, é facilmente “alvo” de gozação dos coleguinhas, pois não aprendeu a se defender sozinha.

A solução não é deixar os filhos soltos, resolvendo as coisas sem orientação, mas educá-los e instruí-los para que aprendam a enfrentar as situações com autonomia e determinação. Permitir que a criança passe por experiências é ensiná-la, aos poucos, a encarar a vida de forma segura e feliz.

 

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